segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Promoção Natal Cultural Grafias Noturnas


O blog Grafias Noturnas (grafiasnoturnas.blogspot.com) está promovendo a promoção Natal Cultural Grafias Noturnas. São 10 prêmios muito legais!


Livros:

Grafias Noturnas (L.F. Riesemberg)

Clube da Luta (Chuck Palahniuk)

Goosebumps – Sorria e Morra...Outra Vez (R.L. Stine)

Caminhos do Medo (vários autores)


DVDs:

Despertar dos Mortos (George Romero)

A Hora do Espanto (Tom Holland)

O Professor Aloprado (Jerry Lewis)


HQ:

Lobo Nº 1 DC Comics (Alan Grant, Val Semekis, John Dell)


CD:

Ozzy Osbourne – Randy Roads Tribute


Action figure:

Harry Potter (Mattel)


Para participar, basta responder a pergunta: Para você, o que significa Grafias Noturnas? As frases mais criativas serão publicadas no blog, mas TODOS os participantes concorrerão ao sorteio. Basta enviar, junto com a resposta, o nome e endereço completo para o e-mail luizrie@hotmail.com e torcer. As inscrições vão até o dia 23 de dezembro e o resultado sai no dia 24/12. Boa sorte!


Observações:

Poderão participar concorrentes de fora do Brasil, desde que arquem com as despesas de envio dos prêmios;

O 1º lugar terá direito a escolher 5 prêmios, o 2º lugar escolhe 3 prêmios dos 5 restantes e o 3º lugar fica com os 2 restantes.

domingo, 22 de novembro de 2009

Resenha de Grafias Noturnas na Livraria Outubro

O ótimo blog Livaria Outubro, de Cláudia Charão, publicou uma resenha de Grafias Noturnas, que eu transcrevo a seguir:

Apesar de gostar muito do gênero fantástico, tenho que admitir que não li tanto quanto gostaria desse estilo, mas isso vai mudar. Grafias Noturnas foi uma ótima surpresa, além de muito bem escrito, não é um diamante bruto, quando você lê sente que foi bem trabalhado, a seleção de contos é excelente e deve agradar os leitores (fãs do gênero ou não). O talento que Luiz F. Riesemberg mostra nessa obra de estreia, deixa claro que o trabalho dele vale a pena acompanhar. Para quem quiser ler algo dele é só visitar esse que é um dos blog do autor - Contos Fantásticos - lá ele posta contos dele e de outros escritores.
Encontrar um livro que se destaca e que se mantém fora da esteira é sempre tri empolgante, principalmente quando é daqui. Abaixo segue a lista dos 21 contos que compõe o Grafias Noturnas, com alguns coméntários meus (sei que as vezes escrevo coisas estranhas, mas fazer o que - fiquei sem fôlego):
Os Contos (fui escrevendo conforme ia lendo):

Prólogo: A reunião - Uma reunião do Diabo, seus seguidores e outras "entidades" para desenvolver um plano de ação para mudar a realidade do mundo. É um inicio excelente ... cria expectativa, apesar de os participantes dessa reunião não serem nada comuns, ninguém que você encontra no dia-a-dia, passa um sentimento de um pouco perto demais da realidade ... brutal ..., e isso dá medo.

O Guarda-Chuva - Em um jantar, um grupo de amigos resolve fazer piada de um dos convidados, por que ele é muito certinho. Nossa esse "relóginho" me lembrou muito uma pessoa, o humor entre amigos com o tom sombrio deu a história uma atmosfera estranha, mas envolvente.

A Cápsula do Tempo - O nome resume o assunto. Esse me fez pensar direto nos seriados de ficção científica, é uma situação que eu adoraria viver rsss até eu já enterrei coisas por aí, seria legal encontrar algo também. O que senti lendo esse é que parecia que a história ia ficando maior (não maior de mais páginas, de grande mesmo).

A Visão - É sobre um menino cego que resolve dar mais uma chance a amizade. Um dos melhores, ao mesmo tempo que é sinistro passa uma mensagem positiva, o personagem do novo amigo é muito carismático.

O Botão - Muito bom ... adorei, eu vi um trailer no cinema esses dias (quando fui ver 2012) de um filme que vai estrear aqui no Brasil, com a Cameron Diaz e o cara que faz o Ciclope no X-Men, que lembra essa história - o nome é A Caixa/The Box - no trailer ela tem uma caixa com um botão, caso ela aperte ela ganha 1 milhão, mas alguém (qualquer pessoa) desconhecido vai morrer. Bem ... usando o google eu descobri que o filme é inspirado no conto Button Button de Richard Matheson, e pela resenha do blog Biblioteca Mal-Assombrada esse conto também é, isso me leva a conclusão de que eu não comentei nada que ninguém já não soubesse. rsss Mas gostei muito do clima da história, a narradora parece tão perdida.

A Luta do Século - Esse é sobre um novo lutador aguardando a luta com um peso pesado invicto. É difícil comentar esse sem entregar nada, então só digo que gostei por que é estranho.

O Balanço - Esse é bem triste, dá um nervoso.

Meu Herói - Achei ótimo, "soa" tão realista a conversa e a situação que parece mesmo que o garoto de 10 anos esta te contando, é para se pensar mesmo ... essa idéia de qual é o melhor super-herói.

A Doença do Porco - Puxa esse invande bastante a zona de conforto do leitor rssss, com certeza um dos melhores contos do livro.

A Lei de Lavoisier (Aplicada à Arte) - Um autor tentando lançar o seu primeiro romance, descobre a fórmula do sucesso. Esse é impecável, o que o escritor descobriu é um sonho né? eu mesma já sonhei isso, só que foi com músicas rsss. Fora que antes já tinha vontade de ler Dracula e O retrato de Dorian Gray e agora acho que vou ter que fazer algo a respeito, uma visita a biblioteca pública deve ajudar. Acho que esse é o meu favorito.

Racha - Eu não sou muito ligada em carros, mas esse soa como uma poesia, é uma música.

No bordel, depois da meia-noite... - Em mais uma noite no Bordel uma prostituta conta a sua história a um cliente. Achei esse muito bem escrito como os outros, eu realmente não esperava o que ia acontecer - e isso sempre é bom, passa um ar maduro e uma certa classe.

Panelas de Ouro - Eu gosto muito quando os personagens tem um jeito/sotaque puxado de algum lugar, os irmãos são bem broncos, mas são divertidos.

Atraso na Entrega - Bem original e criativo, a internet é um assunto que pode render muitas histórias e esse conto é um bom exemplo disso.

A Presa e o Predador - Esse é sobre um menino que sofre provocações de um colega maior - bullying (eu não gosto da palavra, não vejo por que não podem usar uma expressão em português - só para esclarecer a palavra não esta no conto). Um assunto que é próximo demais, alias muito comum hoje em dia é todo o tipo de violência nas escolas. Estaria mentindo se dissesse que não entendo o lado dessa presa, já que não tive uma experiência escolar lá muito boa, claro que a minha natureza pacifica me torna diferente do Mauro - o que é uma coisa boa (eu acho rssss).

Pessoas de Bem - É o que dizem né? pelo menos o Joey disse: - Não existem boas ações altruístas, mas aqui a ganância foi um pouco demais, e o pior é que tem muita gente assim.

A Máquina da Alegria - O nome diz o suficiente, esse tem um estilo bem diferente dos outros, é mais meigo (que palavra besta de se usar rsss). Curti bastante, tanto a maquina quanto a história.

A Emissora - Um homem esta viajando sozinho em uma estrada deserta até sintonizar em uma rádio desconhecida. Esse conto me lembrou de alguns filmes que assisti, quero dizer a parte de viajar sozinho por uma estrada sinistra, mas o que acontece depois não tinha passado pela minha cabeça. A idéia das músicas novas é bem interessante - até ler esse, achava que só o Tupac lançava músicas assim.

Gata Rainha - Adorei esse ... amo gatos, o narrador "conversando" com o leitor cria uma atmosfera bem diferente e um pouco perturbadora. A história é surpreendente!

Viva a Morte! - Mudar sempre é bom, nesse mudou bastante o tom e a época, um principe que faz o que tem vontade, mesmo que isso prejudique e muito o próximo. Que inconsequente! Viva a Morte!

Eu Não Matei Charles Bronson - Terminou muito bem, não só manteve o nível como esse último deve ser um dos melhores do grupo. Não tem muito suspense, tem um ritmo de ação e muita violência, ou seja tudo de bom. hehe

Esta é a Sofia, curtindo o livro.

Wild Things

Minha nova aquisição. Assim que chegar, posto minhas impressões sobre o livro.

Vampiros do Século 21

Neste ano tive duas ótimas surpresas no quesito "filmes de vampiros." Não por acaso, produzidas bem longe dos Estados Unidos. A primeira veio da Suécia, com Deixa Ela Entrar, que está estreando no Brasil. E ontem tive o prazer de prestigiar o excepcional Sede de Sangue (Thirst), que deve chegar aos cinemas brasileiros em janeiro de 2010.

Dirigido pelo coreano Chan-wook Park (de Oldboy), o filme é tudo o que uma produção sobre vampiros deve ser nos dias de hoje. Além de ter um ótimo roteiro (quem é fã da trilogia da vingança, do diretor, sabe que a inteligência do espectador nunca é subestimada) e um grande elenco, é possível que se faça uma leitura totalmente humana dos dramas vivenciados pelos trágicos personagens. Algo que eu procurei fazer no conto No Bordel, Depois da Meia-Noite... do meu livro Grafias Noturnas.

Mas esse caráter filosófico-existencialista do filme não tira o foco dos vampiros, representando-os conforme quase todas as convenções do gênero: a necessidade de sangue, a vulnerabilidade ao sol e a super-força estão presentes (não há sinais de dentões), mas sempre trazendo grande originalidade ao apresentá-los (ou seja, não espere clichês).

No filme, Sang-Hyun é um padre que se submete a experiências científicas na tentativa de se encontrar uma cura para um vírus mortal. Assim ele é contaminado, e ao receber uma transfusão de sangue, acaba por se tornar um vampiro. Desta forma, terá que se virar nos 30 para se alimentar sem matar ninguém.

Além de todos os conflitos que enfrenta pela sua atual condição, ele acaba se envolvendo com uma mulher casada, que também se transforma em vampiro e mostra-se extremamente cruel ao caçar seu alimento. Na verdade já falei demais. Quanto menos se souber a respeito, melhor, pois o filme é cheio de reviravoltas.

Além disso, a direção de fotografia é soberba. Cada fotograma do filme poderia ser emoldurado e pendurado em uma galeria de arte. Sem falar nos impressionantes efeitos especiais: comedidos e extremamente realistas.

Enfim, uma obra-prima. Os filmes de vampiros que surgirem a partir de agora têm uma responsabilidade enorme (bem que o Gus Van Sant poderia aceitar aquele convite para dirigir Eclipse e finalmente salvar a irritante série baseada nos livros de Stephenie Meyer).


sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Reflexões sobre a esperança

Pandora abrindo a caixa e deixando as misérias soltas em nosso mundo.
A Esperança também estava lá dentro.
Já no prólogo de Grafias Noturnas (o conto A Reunião), há uma polêmica discussão em torno da participação da personagem Esperança. A mesma esperança que estava na caixa de misérias que Pandora abriu. Assim, fica a pergunta: afinal, a Esperança é boa ou ruim? Ela é sempre citada nesta época do ano, nos cartões de natal e nos votos de ano novo. Mas há também quem a refute, alegando que é uma forma de acomodação. Afinal, "esperar" alguma coisa é ficar de braços cruzados, e quando queremos algo é imprescindível colocar mãos à obra e trabalhar.
Longe de querer repudiar qualquer bom sentimento, fica apenas a minha dica: ter esperança é bom, mas se formos contar apenas com ela, é provável que não consigamos atingir nossos objetivos. Acredite, mas trabalhe!

Abraços

domingo, 15 de novembro de 2009

História Viva

André interpretando conto do meu livro

Estou participando de um curso de contação de histórias do instituto História Viva, pelo qual os voluntários vão a hospitais, asilos e creches contar e ouvir histórias dos pacientes. Neste sábado (14/11) foi nossa prova de fogo, quando tivemos que contar uma história para a banca examinadora. Para minha surpresa, o colega André Vistuba escolheu meu conto Pessoas de Bem, do livro Grafias Noturnas.

Não é que ele encarnou direitinho o narrador/protagonista da história? O papel caiu como uma luva! Foi hilário.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Outra vez nas ondas do ar, parte II

Aí estou eu, no estúdio na rádio Novo Milênio, participando do programa Giros e Agitos, com a Jéssi. Foi show de bola! O áudio está abaixo para quem quiser ouvir . A gravação não ficou muito boa, e percebi que preciso ir em uma fonoaudióloga - devo ter esquecido como se fala direito, só pode ser isso. Ah, e o cabeção aqui ainda não aprendeu a falar direito no microfone: só depois da quinta frase, eu acho, é que dá para ouvir o que eu falo. Tsc, tsc... Dica: ouça com o fone de ouvido, para entender melhor meus grunhidos.